Indústria 4.0: novas profissões e como se preparar para o mercado

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A partir dos recentes desdobramentos das tecnologias digitais, o tema da quarta revolução industrial, marcada pela inteligência artificial, é cada vez mais propício ao cenário produtivo econômico.

Embora o País esteja em meio à crise de investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento, somando à defasagem da atualização industrial, é cada vez mais nítido aos empresários apostar na capacitação de pessoal para assumir os postos do futuro.

O Programa Prioritário de Formação de Recursos Humanos (PPRH), administrado pelo Instituto Muraki, é o responsável por gerenciar no Amazonas a aplicação das verbas oriundas da Lei de Informática, que separa uma fatia da renda das empresas para investir no desenvolvimento regional.

O coordenador do PPRH, Fernando Moreira, destacou que algumas empresas do Polo Industrial de Manaus (PIM) já iniciaram o processo de mudança física ao conceito de “empresas inteligentes”.

“Não temos como fugir disso; temos que nos preparar. O homem já faz hoje com o celular coisas que eram impossíveis há pouco tempo”, ressaltou.
Como coordenadora do programa, a Muraki monta portfólio de cursos que vão desde técnicos aos de doutoramento, de acordo com a disponibilidade das instituições de ensino e as necessidades da empresa, e acompanha a sua implantação e desenvolvimento. As carreiras na área da Tecnologia da Informação (TI) são as mais demandadas na nova configuração industrial, tais como Realidade Virtual, Big Data, Computação em Nuvem e Integração de Sistemas de Manufatura.

O pesquisador e professor da Fundação Paulo Feitoza, Niomar Pimenta, argumentou que a agenda pedagógica-técnica de antigamente concentrava-se em soldagem e produção manual, basicamente.

“Agora, a linha de programação robótica e o estudo das redes industriais integradas forma o perfil que tem mais seguridade para o mercado nos próximos anos”, defendeu.

Contrariando o senso comum de que “as máquinas tirarão os humanos dos trabalho”, ele completa que “as máquinas não irão atuar sozinhas”. O aumento da complexidade ao mudar de função dentro da instituição é pelo qual os trabalhadores devem se preocupar. “É importante a reciclagem profissional. A academia é quem está à frente da rapidez de lançamentos no mercado”, comentou.

Lista

De acordo com a pesquisa State of the CIO, as funções mais difíceis de achar são:

Analista de dados — 42% de dificuldade
Gerente de segurança digital — 33% de dificuldade
Especialista em inteligência artificial — 31% de dificuldade
Especialista em serviços para nuvem- 22% de dificuldade
Especialista em internet das coisas — 18% de dificuldade
Arquitetura corporativa — 18% de dificuldade


Fonte: A Crítica

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Sistema para automatização do processo de alimentação da empacotadora dos blocos de recado

 

BENEFÍCIOS

TECNOLOGIAS

Plataforma para modelamento Creo, plataforma de modelamento Solid Works, programação PLC, linguagem Ladder, normas NR 10 e NR 12.  

 

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